Selo digital
Obrigatório desde 31/12/2025
Vigência plena em 1º de julho de 2026. O selo antigo não vale mais, e a numeração precisa de cadeia de custódia.
Portaria Inmetro 314/2025VelloFire · da Vellow Sistemas
Sistema de gestão para empresa registrada de inspeção e manutenção de extintores. A recusa não é um aviso na tela: está no banco de dados, como restrição. E toda recusa mostra o dispositivo que a sustenta.
Portaria Inmetro 58/2022 · Portaria Inmetro 314/2025
ABNT NBR 12962:2016 · ABNT NBR 9695
A norma não permite concluir esta operação. Resolva os pontos abaixo e tente de novo.
Extintor MOD-0003 · pó BC 12 kg · ensaio hidrostático de 22/08/2020
Demonstração simplificada da regra real. No sistema, o mesmo veredicto é calculado na API e conferido por restrição no PostgreSQL.
Por que agora
O selo de conformidade virou digital, com QR Code produzido pela Casa da Moeda, e o organismo certificador passou a ter de assegurar controle e rastreabilidade documentada por número de série, lote e data. É rastreabilidade integrada — exatamente o que planilha não entrega e o sistema desktop antigo não tem.
Selo digital
Vigência plena em 1º de julho de 2026. O selo antigo não vale mais, e a numeração precisa de cadeia de custódia.
Portaria Inmetro 314/2025Rastreabilidade
O item 6.2.3.7 exige controle documentado do selo. Sem sistema, a resposta para “onde está o selo 001042” é uma pilha de canhotos.
Portaria 314/2025, item 6.2.3.7Anexos O e P
Controle de uso do selo e balanço de massa dos agentes. Nasceram no RTQ e no RAC de 2011, hoje consolidados.
Portaria Inmetro 58/2022Como a trava funciona
A tela pode estar desatualizada. A API pode ter defeito. Um script de importação pode esquecer uma validação. Por isso a regra existe três vezes — e a última não tem como ser contornada.
Camada 1
Avisa antes de tentar: o casco exige nível 3, falta selo, a balança está vencida. Evita o trabalho perdido.
Camada 2
Recusa com mensagem e dispositivo normativo, e grava o bloqueio na ordem. É o que o auditor lê depois.
Camada 3
Restrição e trigger no PostgreSQL. Nenhum caminho grava registro irregular — nem importação, nem correção manual, nem endpoint novo esquecido.
a verdade fica aquiO que ele recusa
Nenhuma delas tem chave para desligar — nem com permissão de dono. É essa recusa que o cliente compra, e um sistema que a flexibiliza a pedido vende formulário, não conformidade.
Cada uma existe duas vezes: como regra no motor normativo e como restrição no PostgreSQL. Não é redundância por capricho — é o que garante que a recusa não depende de a tela ter sido aberta. O cliente pode conferir a lista: são dezessete motivos de recusa com dispositivo citado, oito travas de imutabilidade no banco e três conferências de conta.
Na oficina
O cadastro do casco é único e permanente. O retorno é leitura de código, nunca cadastro novo — e cada passo depende do anterior.
O leitor bica o código e o casco entra na oficina. Código desconhecido volta na lista de pendências, sem travar a fila.
Checklist do nível, com foto na não conformidade. A pesagem vem da balança; digitar à mão exige justificativa.
O sistema entrega o próximo da custódia. Ninguém escolhe selo — escolher abre espaço para pular numeração.
Etiqueta de garantia impressa com o vencimento calculado, sem perfurar data à mão. O casco sai da oficina.
Verde é conforme, âmbar vence em breve, vermelho está bloqueado ou vencido. O nível exigido por cada casco é calculado, não digitado — e não envelhece na tabela, porque não fica guardado em campo nenhum.
Extintor e mangueira convivem na mesma frota, cada um com a norma que lhe cabe.
Cada impedimento traz o dispositivo ao lado da mensagem. O técnico entende o que fazer; o auditor localiza a base. A recusa fica gravada na ordem, com hora — não desaparece junto com a tela.
A faixa de risco existe em um único lugar do produto: aqui. Se aparecesse em mais, ela deixaria de significar isso.
Obrigação periódica
O Anexo O controla a distribuição e o uso do selo: numeração do lote, numeração usada no período, ordem, equipamento, cliente e técnico. O Anexo P é o balanço de massa dos agentes e do gás expelente — saldo inicial, entradas, consumo, perda, reaproveitamento, ajuste e saldo final.
Os dois são apurados por estabelecimento, porque o registro no Inmetro é por CNPJ. Somar filiais produziria um relatório que nenhuma auditoria aceita.
Origem
Aprovaram o regulamento técnico e os requisitos de avaliação da conformidade do serviço. Foram revogadas.
Hoje
Consolidou as duas num só ato e herdou os anexos com as mesmas letras. É a que está em vigor.
Consequência
“Anexo O e P prontos em instantes” é o que o mercado anuncia. A diferença está em de onde vem o número.
Empresa com filiais
O lote de selo chega no CNPJ de uma filial, e é dela que a numeração responde. O saldo de agente é do estoque físico daquela oficina. A conta que recebe a cobrança é do CNPJ que emite.
Selo recebido numa filial só é aplicado por outra depois de transferência de custódia registrada, com motivo, documento e autor. Sem isso, o selo fica sem cadeia — e é essa pendência que a auditoria encontra.
Portaria Inmetro 314/2025, item 6.2.3.7
Além da oficina
Conformidade é o que segura o cliente. Mas a empresa precisa achar o cliente e receber pelo serviço — e isso também está aqui.
Empresas com obrigação de extintor, filtradas por ramo, porte, cidade e CNAE. Funil de seis etapas em quadro arrastável, com fila de disparo de WhatsApp por modelo de mensagem.
Nada é enviado pelo sistema: o operador confere o texto, copia e abre a conversa. Quem aperta enviar é uma pessoa — disparo automático em massa é o caminho mais curto para o número ser bloqueado.
Perder um lead exige o motivo. Perda sem motivo não ensina nada no fim do trimestre.
Fature as ordens concluídas — e só uma vez: cobrar duas vezes o mesmo serviço é o erro que o cliente encontra antes da gente. Pix, boleto e cartão, com o provedor que você escolhe, porque a conta que recebe é sua.
O extrato do banco sobe em OFX ou CSV e fica gravado. O sistema sugere qual cobrança casa com cada crédito, pelo valor, pela data e pelo identificador do Pix — e a decisão é de quem confere. Divergência é registrada, não escondida.
Asaas · Mercado Pago · Pagar.me · Efí · Iugu · Cora · Inter
Um lugar só
Frota nas três zonas, cascos que exigem nível 3, selos em custódia, laudo pendente, calibração vencida e ordens bloqueadas — com o motivo mais frequente e a norma dele.
Honestidade
Isto costuma ser descoberto na implantação. Preferimos que seja lido antes: prometer o que não se entrega é passivo, não recurso.
Não existe interface pública do Inmetro para sistemas de terceiros conferirem selo de extintor — a verificação oficial é do aplicativo do consumidor do órgão. O que o sistema comprova é rastreabilidade e consistência de custódia, que é o que a auditoria cobra.
O sistema é origem de dados consistentes. Quem transmite obrigação acessória continua sendo o escritório contábil do cliente, e a interpretação fiscal precisa de contador responsável.
O sistema emite e controla a nota fiscal de serviço: RPS por filial, discriminação que identifica cada ordem e cada casco, número gravado na ordem para sair no Anexo O, cancelamento com motivo e substituição. O que ele não faz é decidir alíquota: ISS, item da lista de serviços e retenção são configuração feita pelo contador do cliente. O sistema multiplica o que está configurado e mostra a conta aberta.
A integração automática com os agregadores de NFS-e e com os provedores de pagamento está em desenvolvimento. Hoje a nota é emitida no portal da prefeitura e registrada aqui, com número e código de verificação; a cobrança é registrada e controlada aqui, e emitida no painel do provedor ou no banco.
Instalado no celular, abre sem rede e o técnico registra o que mediu no cliente: o checklist, a pesagem, o lote, o selo. Mas nada é concluído no aparelho. A ordem de serviço nasce na sincronização, e é lá que as travas decidem — captura fora da norma volta bloqueada, com o dispositivo ao lado de cada motivo.
O custo é este, dito na cara: enquanto não sincroniza, a captura vive no navegador daquele aparelho. Se o telefone for limpo, a visita é refeita. Nenhum registro metrológico se perde por isso, porque registro só existe onde existe trava.
Informativo
É a pergunta de toda implantação, e a resposta vale para o mercado inteiro: nenhum sistema de gestão valida autenticidade de selo junto ao Inmetro, porque o órgão não publica interface para isso. Não é limitação deste produto — é o que existe.
Um webservice só, o do cronotacógrafo. O desenho dele é REST com mensagens em XML validadas por XSD, autenticação por assinatura digital XMLDSig — RSA, SHA-1, Base64, com chave pública pré-cadastrada, e não por token.
Os endpoints são de certificado, ensaios metrológicos, simulador de pista, validação de GRU e situação de aferição de veículo. Não há consulta de selo, de lacre por número de série, nem de empresa credenciada.
O aplicativo do consumidor do Inmetro: o cidadão, com o telefone na mão, diante do extintor. É o único canal oficial, e ele não é para sistema de terceiro.
Por isso ninguém no mercado faz essa verificação — nem nós, nem o CADEX, nem o Zencheck. Quem disser que faz está prometendo o que não entrega, e numa fiscalização a promessa vira pergunta.
O que o item 6.2.3.7 realmente cobra: controle documentado. O selo entra por lote no CNPJ da filial, tem um estado só a cada momento, e aplicar exige nível 2 ou 3 com pesagem registrada — irreversível, porque selo é de uso único.
Selo nunca desaparece: inutilizado e extraviado ficam com motivo, porque selo que sai do sistema sem explicação se lê como selo desviado. Selo de outra filial exige transferência documentada. E tudo sai no Anexo O.
A pergunta que a auditoria faz não é “este selo é autêntico?” — é “onde está o selo 001042, e por quem passou?”. É essa que o sistema responde, em segundos. E se algum dia sair webservice de selo, a integração entra atrás de uma interface, no mesmo desenho que o órgão já usa.
Próximo passo
Na demonstração a gente pega um casco real da sua frota — de preferência um com histórico incompleto — e tenta fechar a ordem. O que o sistema recusar, e por qual dispositivo, é a conversa.